O MargemSul.com esteve em Alcácer do Sal poucos dias após a grande cheia que levou tudo à frente. Casas, negócios, infraestruturas públicas, nada resistiu à força das águas do Sado, alimentadas por chuvas impiedosas e descargas essenciais em oito barragens que orbitam o rio.
As águas subiram a uma velocidade indescritível, cerca de dois metros em apenas dez minutos, segundo diversos relatos a que tivemos acesso. A descida foi lenta, muito lenta. Quando foi possível descermos aos locais afetados, falámos com comerciantes e pessoas que nos relataram como viveram este drama e como se pensam reerguer, a si e à cidade.
Esta é a primeira parte de um documentário sobre os dias da grande cheia de Alcácer do Sal. O monstro era gigante, mas Alcácer vai estar cá amanhã.



