A origem do nome “Feira da Ladra” é incerta e não existe uma única versão da história. Porém, a mais popular aponta para o facto de, nestes locais, serem vendidos artigos de proveniência duvidosa (possivelmente roubados). Outra das explicações para esta designação pode estar na palavra “lada”, que significa margem do rio, local onde a feira se realizava no passado.
Atualmente, existem feiras da ladra um pouco por todo o País. No entanto, neste caso, os objetos já não são roubados, mas artigos vintage que as pessoas já não precisam, contribuindo para a promoção da economia circular das cidades.
Este sábado, 20 de dezembro, o Largo Catarina Eufémia (junto aos CTT), em Grândola, recebe mais uma edição da Feira da Ladra, entre as 9h e as 17h. Por lá, poderá encontrar livros, vinis, loiças, roupas, pequenos móveis, bijuteria, elementos de decoração, antigos usados a preços low cost, tal como peças de artesanato características do concelho.
“A Feira da Ladra é entre as feiras temáticas que se realizam no Concelho, uma das mais conhecidas e características, importa por isso, no sentido de manter a Feira da Ladra dentro do espírito que levou à sua criação, para não se verificar qualquer alteração ou degradação dos objetivos a prosseguir e para melhorar o seu ordenamento, estabelecer regras de participação no evento, bem como de garantir os direitos dos diferenciados participantes, não colocando em causa o direito à tranquilidade dos moradores e possibilitando a abertura desta feira a novos agentes que vêm manifestando ao município a sua intenção de participar na mesma”, pode ler-se no regulamento da iniciativa.
Caso queira inscrever-se como vendedor, deverá preencher a ficha de inscrição disponível online, com a indicação dos seus dados, o tipo de artigos que pretende, o mês de realização da feira e o termo de responsabilidade.
